terça-feira, 22 de novembro de 2011

sexta-feira, 22 de julho de 2011

19ª Semana Evangélica em Porto Feliz SP


Com o Tema Nascidos para Vencer,as lideranças evangélicas da cidade de Porto Feliz e o conselho de pastores da mesma,realizou um grande evento para celebração da unidade e declara que Jesus é o senhor de Porto Feliz, aproximadamente 80% das igrejas participaram desta celebração,Pastor Marcelo Dalsoglio presidente do conselho; afirma que os evangélicos de Porto Feliz têm ganhado destaque nesta cidade,e este ano estivemos celebrando a Unidade.
No encerramento do evento dia 21, foi celebrado a grande ceia do senhor,a nossa equipe esteve presente no evento juntamente com a comissão da nossa igreja Comunidade Atos, Pr.Junior e Pra.Márcia,Pr.Mauri,Pr.Massau e Pastor Oséias Silva.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Para orar bem, você precisa desejar o mesmo para a vida dos outros.

"O pão nosso de cada dia, dá-nos hoje". Por que não o "meu pão", mas sim o "pão nosso?" Porque na oração do Pai Nosso existe a idéia de corpo.

Pai nosso (plural), pão nosso (plural), perdoa nossas dívidas (plural), livra-nos (plural). Isso é solidariedade. Se você ora apenas pensando em você, então você pode não estar orando bem. Há pessoas cujas orações giram em torno das expressões: "Senhor - o meu carro... Senhor - o meu pão... Senhor - a minha casa... Senhor - o meu dinheiro... Senhor - a minha roupa... Senhor - os meus sapatos... Senhor - a minha conta bancária... Senhor - o meu..., Senhor - o meu...". E o do outro? De um modo passivo, acabamos expressando algo como que "se vire", pois o importante é que eu esteja bem. Pode estar certo de que isso não agrada a Deus.

Sabe qual é a vontade do Senhor? Que você seja a causa da salvação de muitos. Não é o meu pão, mas é o pão nosso de cada dia. Não é apenas o perdão para os meus pecados, mas é o perdão para tantos outros que eu quero bem; não é só o livramento para a minha vida, mas é para todos aqueles que estão sendo tentados e precisam da proteção de Deus.
Deus não vai parar para ouvir a oração feita por um coração avarento, egoísta, ególatra, presunçoso, orgulhoso, petulante e narcisista. Jamais. O evangelho é uma mensagem de solidariedade. A Bíblia é um livro solidário, a ponto de, em Provérbios, estar escrito: "A alma generosa prosperará, e quem dá a beber será dessedentado" (Pv. 11:25). A Palavra do Senhor diz: "... dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão..." (Lc. 6:38). A Bíblia nos ensina a priorizar o outro. Se não houver, no seu coração, nenhuma predisposição à solidariedade, então pare e ore de outra forma: "Senhor, coloca no meu coração um sentimento de liberalidade e de solidariedade".

Quantas pessoas preferem ver a roupa apodrecendo no guarda-roupa a compartilhar com quem tem menos? Quantos preferem ver os sapatos mofando na sapateira a dá-los a quem pode menos? Quantos não tratam o cachorro com filé mignon e não tem coragem de oferecer um prato de sopa a alguém que bate na porta pedindo um pedaço de pão velho para comer? Quantas pessoas, dentro da própria família, vê o cunhado, o sogro ou a sogra passando privações, mas "dá de ombros", e diz: "E eu com isso?"; depois se deita e ora: "Pai Nosso que estás nos céus..." Deus sente repugnância por esse tipo de coisa. Nesses casos, Sua vontade é de gritar: "... porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca..." (Ap. 3:16). Como orar o Pão Nosso, se eu só me preocupo com a minha mesa? Como orar se eu só me preocupo com a minha casa, minha conta, minha cama, o meu..., o meu..., o meu...? Preciso estender a mão solidariamente, dizendo: "Dá-me mais pão porque eu quero dá-lo a quem precisa". Alguém disse: "Quando você morrer, não levará nada do que acumulou, só aquilo que você doou".

sexta-feira, 18 de março de 2011

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

40 Anos no deserto !

Foi em Ramessés que principiou a marcha dos israelitas. O caminho direto deste lugar para Canaã teria sido pela terra dos filisteus, ao norte dos lagos Amargos, e ao longo da orla setentrional do deserto de Sur. Todavia, essa direção foi-lhes proibida (Ex 13.17,18); e por isso, depois de por certo tempo tomarem o rumo oriental, prosseguiram para o sul, exultando certamente com isso o Faraó, porque julgava assim em seu poder.
Acamparam a primeira noite em Sucote, que não devia ter sido longe de Ramessés. Pela segunda tarde chegaram à orla do deserto, em Etã. Provavelmente agora deviam ter seguido para o Oriente, mas foi-lhes ordenado que “retrocedam e que acampem defronte de Pi-Hairote, entre Migdol e o mar, diante de Baat-Zefom” (Ex 14.2); era um estreito desfiladeiro, perto da costa ocidental do Golfo, entre os montes que guarnecem o mar e uma pequena baia ao sul. Ficavam deste modo “desorientados na terra”.
Esse movimento teve o efeito de atrair o Faraó, para junto deles; e o desígnio de alterar desta forma a linha da sua marcha foi revelada a Moisés (Ex 14.17). Os egípcios aproximaram-se dos israelitas quando estes estavam acampados diante do braço ocidental do mar Vermelho. Como, quer na extensão, quer na profundidade do golfo de Suez, se operou uma notável mudança no decorrer destes últimos trezentos anos, em virtude duma grande acumulação de areia, é por esta razão impossível determinar o lugar onde os israelitas atravessaram. Eles passaram pelo mar em seco para o lado oriental, perto do sítio agora chamado Ayun Musa (poços de Moisés), principiando aqui o deserto de Sur (Ex 15.22), ou o deserto de Etã (Nm 33.8). Estas duas expressões de aplicam à parte superior do deserto; este deserto estende-se desde o Egito até à praia oriental do mar Vermelho, e alarga-se para o Norte até à Palestina.

O caminho que os israelitas tomaram é uma larga vereda pedregosa, entre as montanhas e a costa, na qual correm no inverno vários ribeiros, que nascem nos montes. Nesta ocasião tudo devia estar seco. O lugar onde primeiramente estacionaram foi Mara (amargo), onde foi operado o milagre de se tornar doce a água amarga (Ex 15.23-25). O sítio onde isto aconteceu é, provavelmente, Ain Hawara, perto do riacho, chamado Wady Amarah, que tem a mesma significação de Mara.

Culpados da Lei, salvos pela Graça


Deus nos dá a lei para levar-nos a reconhecer que existe algo de terrivelmente errado em nossa vida, e que a morte – morte espiritual – é a conseqüência fatal disso. Essa lei é um conjunto de princípios que irá aguçar nosso julgamento moral, para que possamos identificar o pecado. Os Dez Mandamentos constituem a essência básica da lei. Eles são como um grande aparelho de Raios-X, que revelam a estrutura óssea de nossa pecaminosidade. As primeiras quatro chapas dizem respeito ao nosso relacionamento com Deus. As outras seis abordam nosso relacionamento com os homens.

Estudando as Chapas“Não terás outros deuses diante de mim” (Êx. 20:3). Essa expressão “outros deuses” não se refere necessariamente a um buda de bronze ou a uma representação totêmica. Qualquer coisa que receber nosso interesse máximo é nosso deus. Mas nosso interesse máximo deveria concentrar-se em Deus. Somente ele é digno de nossa adoração. Jesus disse que o grande mandamento era amar a Deus de todo o coração, alma, mente e forças.

II “Não farás para ti imagem de esculturas” (Êx. 20:4). O primeiro mandamento diz respeito ao Ser a quem adoramos. Este segundo refere-se à forma como adoramos. Somos instruídos a adorá-lo sinceramente, com o coração totalmente dedicado a Deus. “O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração.” (1 Sm 16:7.) Quando nos assentamos na igreja, cheios de religiosidade, mas ignorando a Deus, fazemos daquele templo um ídolo.


domingo, 28 de novembro de 2010

domingo, 31 de outubro de 2010

Formação de Obreiros


A paz do senhor Jesus, estamos encerrando mais um curso em nosso Instituto Teológico o curso Básico em teologia, sabemos que o preparo do obreiro é importante para servir a igreja de Cristo, por isso o nosso objetivo e ensinar a palavra de Deus, a unção vem do senhor claro, mais temos que ter um preparo para poder atuar na seara que é grande e os obreiros são poucos, e principalmente os preparados para a obra, o nosso objetivo é poder criar pólos teológicos em cada igreja, e formar o maior números de obreiros possível, "Temos que nos Apresentar como obreiros Aprovados"


O Instituto Teológico de Porto Feliz oferece cursos básico,Médio e Bacharel em Teologia, estude com a nossa equipe e seja abençoado por Deus.




Pr.Ozeias silva


Diretor ITEP.

As ferramentas que Deus usa para realizar o Milagre








Graça e paz, estamos vivendo em meio a uma crise espiritual podemos, em que as pessoas não acreditam mais na realização do milagre, é bom lembrar que milagres é acreditar em algo que não aconteceu mais vai acontecer, não importa a situação em que você está vivendo hoje mais o Deus que faz o impossível acontecer está agindo em prol da sua causa, não fique a beira do caminho desconfiando das promessas do senhor.


Pessoas ou Ferramentas para o Milagre.



1- Fé- Tenha fé que Deus está no controle de toda situação, fé é acreditar no Impossível.


2- Confiança- Confiar em Deus é um dos passos principais para Deus agir Confiar em Deus é a melhor maneira de receber o Milagre.


3- Decisão- A mulher do fluxo de sangue tomou uma atitude, ela foi buscar o Milagre.


4- Esperança-Esperar no senhor é a confirmação de receber o Milagre, é bom esperar em Deus.






Agora depende de você, apenas uma palavra como Tu podes, eu quero para a benção acontecer na minha e na sua vida, tome uma decisão, tenha Fé, a Esperança no Senhor é certeza da Vitória.




Pr.Ozeias Silva



quinta-feira, 23 de setembro de 2010

quinta-feira, 22 de julho de 2010

O Preço da liderança espiritual

Texto: II Timóteo

Introdução: Vivemos num tempo onde a sociedade está carente de verdadeiros referencias, por isso, temos que ser líderes dispostos a pagar o preço do ministério a fim de fazer a diferença nesta geração.

I) PARA FAZER A DIFERENÇA COMO UM LÍDER APROVADO, HÁ UM PREÇO A SER PAGO - SOFRIMENTO (2TM. 2:3). Ministério é uma chamada para o sofrimento.

II) SAIBA A QUEM VOCÊ DEVE AGRADAR NO EXERCÍCIO DE SUA LIDERANÇA. Quem o alistou? Satisfaça a ele, Cristo (2 Tm. 2:4)

III) NÃO BASTA CHEGAR NA FRENTE; É PRECISO SEGUIR AS NORMAS PRÉ ESTABELECIDAS PARA SER COROADO. Não seja desonesto, porque estes não recebem o prêmio (2Tm. 2:5).

IV) O SUCESSO NO EXERCÍCIO DA LIDERANÇA, SEMPRE FOI, E SERÁ, O RESULTADO DE MUITO TRABALHO. Sem trabalho não há colheita digna de festa (2Tm.2:6).

V) PROCURE SER APROVADO NO QUE VOCÊ FAZ PARA DEUS. Não adianta ser aprovados pelos homens e reprovado por Deus (2Tm.2:15).

VI) NÃO PERCA TEMPO COM AQUILO QUE NÃO VALE A PENA (2TM. 2:16).

VII) NÃO BASTA VOCÊ SER UM VASO, SEJA UM VASO DE HONRA NA GRANDE CASA (2TM.2:20,21).

VIII) NUNCA BRINQUE COM AQUILO QUE PODE DESTRUIR O SEU PROJETO DE VIDA; SE FOR NECESSÁRIO, FUJA DELE (2TM. 2:22).

terça-feira, 15 de junho de 2010


COMO LIDAR BEM COM AS PERDAS


1. Descanse na soberania de Deus, Ele está no controle de todas as coisas (Sl 37:5).

2. Memorize textos da Palavra como Romanos 8:28: "E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito". (Leia também o Salmo 37)

3. Saiba que algumas perdas são necessárias, fazem parte do plano de Deus para a nossa vida (Fp 3:13).

4. Em tempo de perdas, busque conversar com pessoas que já tiveram uma experiência semelhante e superaram em Deus (Pv 24:6).

5. Lembre-se, esse pode ser um tempo de crescimento e amadurecimento emocional e espiritual (Rm 5:3-5).

6. Faça sempre uma leitura positiva desses momentos de provações (Fp 1:12,14).

7. Procure trazer a memória aquilo que pode gerar esperança (Ex 12:14).

domingo, 30 de maio de 2010

A Igreja passará pela Grande Tribulação?


É comum recorrer-se à simbologia com o intuito de afirmar que a Igreja não enfrentará o tempo de angústia, a Grande Tribulação. Afirma-se que Enoque foi arrebatado antes do dilúvio; que as águas do Mar Vermelho só caíram sobre os egípcios depois que Israel passou; que Elias subiu num redemoinho antes do cativeiro; que a Igreja é a luz do mundo (e, quando for tirada, se instalará um período de trevas); que ela é também coluna e firmeza da verdade (e, ao ser arrebatada, o mundo desabará), etc. No entanto, tais exemplos apenas ilustram e reforçam uma verdade que está revelada claramente nas páginas sagradas.

Os teólogos pós-tribulacionistas e mesotribulacionistas têm as suas razões pessoais para não crer no rapto dos salvos antes da Grande Tribulação. Contudo, é bom não irmos além do que está escrito (1 Co 4.6) nem nos movermos facilmente de nossas convicções quanto ao nosso livramento da ira futura, por ocasião da vinda de Jesus (2 Ts 2.2-9). Os primeiros afirmam que Jesus virá após a Grande Tribulação, enquanto os mesotribulacionistas asseveram que o Advento de Cristo se dará no meio desse tempo de angústia.

A escola de interpretação que honra as Escrituras é o pré-tribulacionismo, pois não há dúvidas de que a Igreja será arrebatada antes da Grande Tribulação (1 Ts 1.10). Jesus disse: “Vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que têm de suceder e estar em pé na presença do Filho do homem” (Lc 21.36, ARA). Note: escapar, e não participar, atravessar.

Em Apocalipse 3.10, Jesus fez uma promessa à igreja de Filadélfia: “Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra”. Esta mensagem é apenas para uma igreja local? Não! Haja vista o que está escrito nos versículos 13 e 22 do mesmo capítulo: “Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas”.

Conquanto a igreja de Filadélfia estivesse passando por tribulações, naqueles dias, os seus santos membros não passaram pela “hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo” — todos os mortos em Cristo têm a garantia de que não passarão pela Grande Tribulação, uma vez que ressuscitarão e serão tirados da Terra antes dela.

Todas as mensagens de Jesus registradas em Apocalipse às igrejas da Ásia possuem mandamentos e exemplos para nós, hoje, quanto à manutenção do amor e da fidelidade (2.4,10), às falsas profecias (2.20-22), ao perigo de Jesus estar do lado de fora (3.20), etc. Nesse caso, a promessa de livramento da hora da tentação em apreço é extensiva a todos os salvos — “há de vir sobre todo o mundo” —, assim como o que está registrado no versículo 11: “Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa”.

Antes de o Cordeiro de Deus desatar o primeiro selo, dando início a uma série de juízos contra a Terra (Ap 6), João viu os 24 anciãos diante de Deus, no Céu (Ap 4-5). E estes representam a totalidade da Igreja: as doze tribos de Israel e os doze apóstolos de Cristo. Isso prova que, desde o início da Grande Tribulação, na Terra, os salvos já estarão no Céu. Glória ao Cordeiro, pois estaremos com Ele nesse período de trevas e aflições.

Em Apocalipse 13.15, está escrito que serão mortos todos os que não adorarem a imagem do Anticristo. Se este fará guerra aos santos, a fim de vencê-los (v.4), quantos destes seriam arrebatados durante ou depois do período tribulacionista? Os tais santos mortos pela Besta são os mártires da Grande Tribulação, e não a Igreja, que já terá sido arrebatada.

A Palavra de Deus diz que a Noiva de Cristo estará no Céu durante esse período, e que voltará com Ele, por ocasião da Revelação (segunda etapa da Segunda Vinda de Jesus), a fim de pôr termo ao império do mal: “vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou. E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente; porque o linho fino são as justiças dos santos. (…) E seguiam-no os exércitos que há no céu em cavalos brancos e vestidos de linho fino, branco e puro” (Ap 19.7-14).

Em suas cartas aos tessalonicenses, a ênfase de Paulo é o Arrebatamento. Ao mencionar este glorioso evento pela primeira vez, ele deixou claro que Jesus nos livrará da ira vindoura (1 Ts 1.10). E isso é confirmado ainda na primeira epístola: “quando disserem: Há paz e segurança, então, lhes sobrevirá repentina destruição (…) e de modo nenhum escaparão. Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele Dia vos surpreenda como um ladrão” (5.3,4).

Observe, no texto acima: são os que estão em trevas que não escaparão da destruição. Os filhos da luz (1 Ts 5.5) já terão sido arrebatados (4.16-18). Por isso, mais adiante, Paulo reafirma o que dissera no primeiro capítulo (v.10): “Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo” (5.9).

A passagem de 2 Tessalonicenses 2.6-8 é de difícil interpretação, e não convém fazer especulações sobre o que não está revelado claramente. Mas vemos nela a reiteração de que a Igreja não estará sob o domínio do Anticristo: “E, agora, vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado. Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que, agora, resiste até que do meio seja tirado; e, então, será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca e aniquilará pelo esplendor da sua vinda”.

Se o mistério da injustiça opera, por que o Iníquo ainda não se manifestou? O que o detém? Quem o resiste? Quem será tirado da Terra, para que ele tenha total liberdade até à esplendorosa vinda de Cristo? A única revelação que temos, retratada pelo próprio apóstolo Paulo, é que o povo de Deus será tirado da Terra, no aparecimento de Jesus Cristo (Tt 2.13,14; 1 Ts 4.17). E, se é depois disso que será revelado o Anticristo, então estamos diante de mais uma prova de que a Igreja não passará pela Grande Tribulação!

Quantos podem glorificar a Deus por isso?

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Matrículas Abertas



ITEP- Instituto Teológico de Porto Feliz,Fundado em 2010 pelo Pr.Ozeias Silva Bacharel em Teologia, o instituto foi criado para formar obreiros e pessoas dedicadas na obra do senhor, oferecemos cursos Básico, Médio e Bacharel em Teologia, atendendo a membros de todas as igrejas da cidade e da região, faça já a sua matricula e comece a estudar a palavra de Deus.
Objetivo - Tem o objetivo de ser uma instituição comprometida com o ideal de excelência na capacitação de vocacionados, e líderes para o desempenho de um ministério cristão, com ênfase nos ensinamentos bíblicos e o compromisso de agir conforme os ditames da palavra de Deus.

Escatologia

Descrição Rápida Se você ainda não se decidiu a respeito das “últimas coisas”, este livro é para você. Se já se decidiu, mas tem procurado uma apresentação imparcial de outros conceitos sobre o Milênio e sobre a Tribulação, esta obra irá fornecer as informações necessárias de que você precisa.

Millard J. Erickson oferece um tratamento imparcial do amilenismo, pós-milenismo e pré-milenismo, seguido por capítulos sobre dispensacionalismo, pré-tribulacionismo, pós-tribulacionismo, e pontos de vista tribulacionistas intermediários (mesotribulacionismo, o conceito do arrebatamento parcial, e o pós-tribulacionismo iminente).

Pastores, seminaristas e demais cristãos que aceitaram o desafio de responder às questões cruciais de seu tempo têm agora em suas mãos uma ferramenta valiosíssima para auxiliá-los no ensino da Palavra e na proclamação do Reino de Deus.

Millard J. Erickson
248 páginas
14x21 cm
ISBN: 978-85-275-0429-4
Acabamento: Brochura com orelhas

Dicas ITEP

Descrição Rápida

A missão deste livro é apresentar os temas básicos da teologia cristã. Ele parte do pressuposto que o leitor não têm conhecimento profundo sobre teologia em geral, assim, pode ser considerado uma excelente introdução à "tentativa de compreensão dos recursos básicos da fé, feita à luz daquilo que cada época considera como os melhores métodos". E apesar de ser uma introdução, o livro cobre os dois mil anos de debate teológico cristão.
Inclui ainda matérias filosóficas, históricas e sistemáticas da teologia, além de fornecer uma rica informação a respeito das mais variadas escolas de pensamento para cada tema abordado: um livro ímpar, indispensável e extremamente atual.

Alister E. McGrath
664 páginas
16 x 23 cm
ISBN: 978-85-88315-34-1
Acabamento: Brochura

Dicas ITEP


Nesta Teologia do Antigo Testamento o autor aceita a autoridade e a integridade da Bíblia e nela procura o tema central, em torno do qual é organizada.

Parte da premissa que esse tema organizador é a promessa de Deus. A partir dessa tese, analisa o texto sagrado segundo suas divisões cronológicas, relacionando o tema da promessa a cada época. Na última seção, examina as relações existentes entre a teologia do Antigo Testamento e a do Novo Testamento.

Walter C. Kaiser Jr.
320 p.
16 x 23 cm
ISBN: 978-85-275-0136-1
Acabamento: Brochura

Nossos Cursos

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Faça Já a Sua matricula
Curso Básico de Teologia- Matricula R$ 10,00 Mensalidade R$ 30,00
Duração: 6 Meses
Currículo do Nível Básico de Teologia

(01) Bibliologia. Introdução ao estudo da Bíblia.
(02) Doutrinas Bíblicas. Introdução à teologia.
(03) Os Evangelhos. O que Jesus fez e ensinou.
(04) Homilética. Falando de Deus aos homens.
(05) O Livro de Atos. A Igreja: Seu viver e agir.
(06) As Epístolas Paulinas I. Romanos e Gálatas. A justificação pela fé e a libertação em Cristo.
(07) As Epístolas Gerais. Fé, esperança e amor.
(08) O Pentateuco. Os cinco livros de Moisés.
(09) Apologética I. Discernindo entre a verdade e o erro.
(10) As Epístolas Paulinas II. Efésios a Filemom. A vida cristã na prática.
(11) As Epístolas Paulinas III. 1 e 2 Coríntios. A disciplina na Igreja e o ministério evangélico.
(12) História de Israel. Os doze livros históricos.
(13) Profetas Maiores. As profecias de Isaías, Jeremias e Ezequiel.
(14) Profetas Menores. Grandes mensagens em pequenos livros.
(15) Livros Poéticos. Princípios para o viver e o louvor.
(16) Daniel e Apocalipse. O panorama do futuro.

Curso Médio em Teologia- Matricula R$ 15,00 Mensalidade R$ 50,00
Duração: 1 Ano

01) Ética Cristã. A vida cristã no dia-a-dia.
02) Bibliologia. Introdução ao estudo da Bíblia.
03) O Pentateuco. Os cinco livros de Moisés.
04) Doutrinas Bíblicas. Introdução à teologia.
05) Teologia Prática. Louvor e adoração individuais.
06) Os Evangelhos. O que Jesus fez e ensinou.
07) O Livro de Atos. A Igreja, seu viver e agir.
08) História da Igreja. Dos primórdios à atualidade.
09) Família Cristã. A obra-prima de Deus.
10) A Epístola aos Hebreus. A superioridade de Cristo.
11) Homilética. Falando de Deus aos homens.
12) O Espírito Santo. Sua pessoa e Sua obra.
13) As Epístolas Paulinas I. Romanos e Gálatas. A justificação pela fé e a libertação em Cristo.
14) Cristologia. O verbo eterno e divino se fez carne.
15) Princípios de Hermenêutica. Estudo e compreensão da Bíblia.
16) Escatologia Bíblica. Deus revela o futuro.
17) As Epístolas Gerais. Fé, esperança e amor.
18) A Doutrina de Deus. O eterno criador e sustentador de tudo.
19) Educação Cristã. Vivendo bem com Deus e com o próximo.
20) Anjos, Homem e Pecado. O relacionamento da criatura com o criador.
21) História de Israel. Os livros históricos.
22) Os Livros Poéticos. Jó a Cantares. Princípios para o viver e o louvor.
23) Apologética I. Discernindo entre a verdade e o erro.
24) As Epístolas Paulinas II. Efésios a Filemom. A vida cristã na prática.
25) As Epístolas Paulinas III. 1 e 2 Coríntios. A disciplina na Igreja e o ministério evangélico.
26) Pedagogia. Princípios e meios auxiliares de ensino.


27) Teologia do Obreiro. O ministério, suas qualificações e exercício
28) Missiologia. "Ide e pregai!"
29) Profetas Maiores. As profecias de Isaías, Jeremias e Ezequiel.
30) Profetas Menores. Grandes mensagens em pequenos livros.

31) Doutrina da salvação. A provisão e a aplicação da salvação.

32) Daniel e Apocalípse. O panorama do futuro.




Curso Bacharel em Teologia- Matricula R$ 20,00 Mensalidade R$ 80,00
Duração: 2 Anos

Composto por 22 Matérias

Presencial e a Distância


Fones: 015-3261-4514 ou 015-8145-7589 (TIM)

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CURSO FORMAÇÃO DE LÍDERES










SEJA UM OBREIRO APROVADO, CURSO PARA FORMAÇÃO LÍDERES


CURSO MINISTRADO EM NOSSO INSTITUTO TEOLÓGICO E A DISTÂNCIA.


Visando a expansão do Reino de Deus, este curso prepara líderes e obreiros para o ministério. O estudo abrange os evangelhos e o livro de Atos. Mas Seja Um Obreiro Aprovado não é apenas um estudo bíblico da vida de Jesus e do crescimento da igreja.Ao término do curso, o aluno será capaz de evangelizar, liderar estudos bíblicos, fazer discípulos, pregar, dirigir cultos e iniciar congregações.

Seja um Obreiro Aprovado é um curso para igrejas, seminários, institutos bíblicos e pequenos grupos. As lições, 25 em cada livro, podem ser feitas por todos, de novos crentes até líderes da igreja. É ideal para cursos por extensão, primeiro ano de seminário e treinamento em missões, podendo ser utilizado também por adolescentes e jovens, e por aqueles que ainda não completaram seus estudos formais.


Informaçãoes: 015-3261-4514

ITEP: Instituo Teológico de Porto Feliz
Comprometido com a Verdade.

Uma palavra sobre a Teologia...




Teologia significa estudo sobre Deus, pensar sobre Deus e expressar esses sentimentos de alguma maneira. A teologia é para todos. Com certeza, todo cristão precisa ser teólogo e, de alguma maneira, o é. Não há nada de errado em ser teólogo leigo ou teólogo formado, mas, certamente ser mau teólogo ou teólogo relapso é muito ruim. Bons teólogos existem, mas com diferentes características. Alguns são, pelos padrões do mundo, considerados ignorantes, ainda que conheçam muitas verdades sobre Deus. Outros estudam muito, mas não de maneira técnica. Ao passo que outros, são altamente capacitados e lêem muito a respeito do assunto. A real diferença entre o teólogo leigo e o formado, é que este último, pensa sobre Deus de uma forma sistematizada e organizada.

Embora a palavra "teologia" seja empregada, às vezes, em escritos dogmáticos para designar um simples departamento da ciência que trata da natureza e atributos divinos, o uso prevalecente, abrange sob este termo todo o acervo da doutrina cristã. Por isso, a teologia trata, não só de Deus, mas das relações entre Deus e o universo.

Se o universo fosse Deus, a teologia seria a única ciência. Visto que o universo é apenas uma manifestação de Deus e se distingue dele, há ciências da natureza e da mente. “A teologia é a ciência das ciências, não no sentido de incluir todas estas, mas no sentido de empregar os seus resultados e mostrar a sua base subjacente” (WARDLAW, Theology, 1.1,2).

O alvo da teologia é a certificação dos fatos que dizem respeito a Deus e às relações entre Deus e o universo, e a apresentação de tais fatos em sua unidade racional como partes conexas de um formulado e orgânico sistema de verdade.

Como a teologia trata de fatos objetivos e suas relações, assim a disposição desses fatos não é opcional, mas é determinada pela natureza da matéria de que ela trata. A verdadeira teologia repensa os pensamentos de Deus e os coloca na disposição de Deus, como os construtores do templo de Salomão tomaram as pedras já lavradas e as fixaram nos lugares para os quais o arquiteto as designara.

Os cientistas não temem que os dados da física bitolem ou comprimam o seu intelecto; nem devem temer os fatos objetivos que são os dados da teologia. Não podemos fazer teologia do mesmo modo que não podemos fazer uma lei da natureza física. Como o filósofo natural é "Naturae minister et interpres", assim o teólogo é servo e intérprete da verdade objetiva de Deus. Seja bem vindo ao estudo da teologia.